Descrição

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TRECHO 01: DIAMANTINA - BARÃO DE GUAICUÍ (GOUVEIA).
O antigo trecho do ramal ferroviário do trem a vapor (1914) entre Diamantina e Barão de Guaicuí é um presente cultural para os visitantes que o percorrerem, e outro natural para os observadores da fauna e flora. Em outras palavras, o caminho é um verdadeiro corredor ecológico, cultural e turístico. Ideal para praticantes da caminhada, cicloturismo e cavalgada.
Aspectos Urbanos: Na saída do centro urbano de Diamantina (Patrimônio Cultural da Humanidade / UNESCO) a pavimentação das ruas é mista de calçamento e asfalto, sendo todo o restante do trajeto percorrido em terra batida. Entre Diamantina e o Distrito de Barão de Guaicuí, localiza-se o povoado de Bandeirinhas. O lugarejo é constituído por uma capela, um sítio, quatro * “casas de turma” e outras casas irregulares, não oferecendo infraestrutura de apoio turístico.
Características do Caminho: Neste trecho se atinge o ponto mais alto de todo o corredor, com seus 1.370m de altitude, em relação ao nível do mar. Adiante, passa-se por conjuntos de cortes profundos e largos em rochas e serras, uma ponte metálica. Logo se atingi o distrito de Barão de Guaicuí, já no município de Gouveia. O caminho é todo percorrido em curva de nível, com aclives e declives bem moderados, mal se notando quando se sobe e/ou se desce.
Meio Ambiente: As belezas cênicas do entorno são caracterizadas por campos rupestres, campos de altitudes e algumas matas de galeria. A via atravessa a Área de Proteção Ambiental (APA) da COPASA que serve de captação d’água e abastecimento da comunidade diamantinense.
Segurança: Devem dar merecida atenção os praticantes do cicloturismo dada às erosões que se apresentam no caminho, bem como na ponte metálica. Maior atenção merece ser prestada na travessia da Rodovia Federal BR 367, cruzamento para o povoado de Bandeirinha.
*Casas de Turma: casas de serventia para as equipes que trabalhavam na operação e conservação da ferrovia.

Local e Horário de embarque e chegada

Saída: Manhã, de Diamantina, antiga Estação Ferroviária. Chegada: Tarde, no distrito de Barão de Guaicuí / Gouveia, antiga Estação Ferroviária.

Duração

25km. Variando o tempo para praticantes da caminhada, cicloturismo e cavalgadas.

O que faremos

Os primeiros 4 km, a partir da Estação de Diamantina, são percorridos em aera urbana. A distância total a ser percorrida até Barão de Guaicuí são de 25km, considerada curta para o cicloturismo, mas ideal para caminhantes e cavaleiros. Esta distância permite aos turistas percorrer e conhecer os principais atrativos do entorno, a exemplo dos outros trechos. Parte do percurso inicial deveria ser transposto dentro da Área de Proteção Pau de Fruta pertencente a COPASA, que fica fechado com um portão e cadeado, devendo ser contornada. Após a APA depara-se com a maior altitude com seus 1370 metros. A partir daqui se avista, mais à esquerda, o pico do Parque Estadual do Itambé e várias serras formadoras da Serra do Espinhaço (Patrimônio Cultural da Humanidade – UNESCO). Observa-se também, a vegetação de campo rupestre e a incidência de paepalanthus, com altura superior a 2m. As águas se tornam mais abundantes. A paisagem começa a se diversificar e, aproximadamente 14 km a frente, a vegetação toma conta do leito. A partir de Bandeirinha o caminho fica mais interessante, agradável e a transição de paisagem e vegetação são os maiores atrativos do trecho.

O que incluí

Boa infraestrutura turística em Diamantina. O trecho não possui base de apoio aos viajantes. Em Barão de Guaicuí o apoio para alimentação e hospedagem são mínimos. Então, programe-se.

O que não incluí

RESGATE. Atenção praticante da caminhada, cavalgada e cicloturismo, atente-se para os aspectos relacionados à segurança. Nestes trechos em meio a natureza, as atividades físicas e desportivas oferecem níveis de risco e incidência de diversos perigos. Logo, ao percorrer a trilha você assume os riscos inerentes à atividade.

Transporte

Indicado para cavalo, bicicleta ou apé. Veículo indicado em parte do trecho.

O que levar

A trilha pode ser percorrida de forma autônoma ou com carro de apoio. Logo, a depender da forma, a bagagem fica mais leve ou mais completa, pesada. De modo genérico, leve: mapa da região; documentos e dinheiro; protetor solar; óculos escuros e boné; medicamento de uso pessoal; celular e carregador portátil; kits de primeiros socorro e higiene pessoal; roupas para aventura, descanso, frio e chuva; lanche e água de trilha; lanterna; canivete (barraca, saco de dormir, fogareiro, rastreador via satélite) etc. Ciclistas levam: bike revisada; alforjes com distribuição do peso; kit ferramentas; câmara de ar e bomba; equipamentos de segurança pessoal etc. Cavaleiros levam: luvas; loro; barrigueira; calça e calçado para montadores; embocadura; cabeçadas; rédea; cabresto; manta; estribos.

Observações

- OBS. 01: Trecho 01: Diamantina a Barão De Guaicuí (Gouveia) / Trecho 02: Barão de Guaicuí / Gouveia a Mendes / Diamantina / Trecho 03: Mendes / Diamantina a Conselheiro Mata / Diamantina / Trecho 04: Conselheiro Mata / Diamantina a Rodeador / Monjolos / Trecho 05: Rodeador a Monjolos - OBS. 02: Período indicado para visitação: Início de abril a final de novembro, estação da seca. Mais confortável e seguro para transitar em meio as trilhas e banhar nas águas da serra.